terça-feira, 17 de março de 2015

Bariloche

Esquiar é só um Pretexto

Sessão: Destinos

Cerro Catedral - Principal Estação de Esqui

Na década de 80, quando a classe média brasileira despertou para o fato de haver neve na América do Sul, todos os olhos se voltaram para San Carlos de Bariloche e essa paixão continua firme. Conhecida também como 'Brasiloche' – um apelido nem sempre com conotação afetiva –, essa cidade nos Andes Patagônicos está a 1.500 quilômetros de Buenos Aires e é um dos destinos preferidos tanto entre os praticantes de esqui como entre aqueles que se satisfazem em usar o teleférico só para ver de perto os campos nevados.



Teleféricos que levam às estações de esqui



Mas Bariloche não é somente um destino de inverno, pois há opções de passeios em todas as épocas do ano, quando o local recebe seus visitantes com paisagens que assumem outros tons e conta com atividades ao ar livre como rafting no Rio Manso, caminhadas no Parque Nahuel Huapi e até kitesurfing no lago de mesmo nome. Curiosidade: acredita-se que foi nos bosques de arrayanes – um tipo de planta local – em torno da cidade que Walt Disney se inspirou para criar o personagem Bambi. Se tudo isso não bastasse, a hotelaria local é bem estruturada, seus restaurantes servem desde o indefectível fondue de queijo a deliciosas trutas pescadas na região. E, do alto do Cerro Campanario, você poderá experimentar um dos melhores chocolates quentes de sua vida.


Centro Cívico - Marco Zero
Definitivamente, Bariloche é para todos e em qualquer época do ano.
QUANDO IR
Verão – ótimo para fazer belos passeios pelo Parque Nacional Nahuel Huapi e curtir a paisagem da travessia dos Lagos Andinos. Os preços de hotéis e restaurantes são atraentes e as temperaturas são amenas, mas podem chegar a quase 30 graus em certos dias. É também uma boa época para quem curte esportes náuticos como windsurfe, canoagem e kitesurfe, pesca e passeios a cavalo.
Outono – belas folhagens em tons vermelhos e amarelos, boa chance de ver um céu muito azul e os passeios continuam bárbaros. Começa a esfriar bem conforme a noite chega.
Junho  é o início da temporada, há boa chance de pegar uma nevasca e o preço dos pacotes são interessantes.
Julho – férias escolares no Brasil e na Argentina, crianças e adolescentes por todos os lados e preços nas alturas. Praticamente é o único mês disponível para quem viaja em família
Agosto – As montanhas estão com boa cobertura de neve e o perfil do turista muda para casais em viagem romântica e esquiadores experientes. Vários estabelecimentos já fazem promoções e as agências oferecem preços convidativos, inclusive para hotéis de luxo.
Setembro – Por esta época já não há mais voos diretos a partir do Brasil (todos agora têm que fazer conexão via Buenos Aires) e a neve começa a rarear nas pistas mais baixas. A qualidade da cobertura também não é das melhores, com pouca neve seca. No entanto, os preços despencam.
Primavera – A neve derretida, os campos queimados pelo congelamento e as árvores sem folhagem não deixam a paisagem tão bela, mas lá e cá flores dão o ar da graça. Muitos estabelecimentos já estão fechados.


COMO CHEGAR
Na alta temporada de esqui, algumas agências organizam voos charters diretos entre a cidade e algumas capitais brasileiras, notadamente São Paulo. Se optar por voos regulares, TAM, LAN e Aerolineas Argentinas são as alternativas. A maioria vai requerer uma escala em Buenos Aires, no Aeroparque Jorge Newberry. Neste caso a duração total da viagem é a partir de 6 horas. Note que como alguns voos fazem escala no Aeroporto de Ezeiza, demandando transfer rodoviário, as viagens passam a durar algumas horas a mais e muitos turistas optam por passar a noite (ou alguns dias na capital). De Buenos Aires são apenas duas horas de voo até o Aeropuerto Internacional Teniente Luis Candelaria (www.aa2000.com.ar), que fica a 15 quilômetros do Centro. Táxis, vans e aluguel de automóvel estão disponíveis para o traslado até o Centro da cidade.
De carro, a Ruta 3 leva de Buenos Aires até Bahía Blanca. De lá, pega-se a Ruta 22 até Neuquén e, em seguida, a Ruta 237, que leva a Bariloche. São cerca de 1.569 quilômetros de distância.
A partir do Chile, de cidades como Pucón, Villarrica, Puerto Varas e Puerto Montt, há duas opções. Uma das mais clássicas é a bela (mas bem cansativa) travessia dos Lagos Andinos, combinando transporte em ônibus ou vans e barcos. Leva quase o dia inteiro para fazer o trajeto, que conta com eventuais almoços no vilarejo chileno de Peulla e paradas para ver os Saltos do Rio Petrohué. A forma mais rápida é ziguezaguear pelos Andes numa van alugada. Note que esta não é uma alternativa muito recomendada durante o inverno, tanto pelas dificuldades para se dirigir, como pelo próprio fato das estradas poderem estar fechadas.
COMO CIRCULAR
Se ficar hospedado próximo ao Centro Cívico, você terá sempre próximos serviços básicos como agências de viagem, operadoras, farmácia, supermercado, bancos, lojas e restaurantes. Tudo a uma distância confortável para fazer tudo a pé. Para embarcar nos passeios como o Circuito Chico e a  a Vila de Angostura, o transporte normalmente é oferecido pela operadora.
Do Centro até o Cerro Catedral são 19 km de distância, com micro-ônibus saindo a cada 30 minutos. Táxis, remis e vans particulares também fazem o transporte. Se for de carro, o estacionamento é gratuito.
Note que alguns hotéis, principalmente os maiores, oferecem o transporte até as pistas sem custo.
O QUE FAZER
O complexo de pistas de Cerro Catedral possui 120 km de percuros, espalhados por 1200 hectares e um desnível vertical de mais de mil metros. Há boa oferta para todo tipo de esquiador, sendo mais da metade para iniciantes e 25 para para avançados e experts. São 38 meios de elevação que podem transportar até 35 mil esquiadores por hora, que podem se alimentar em 19 quiosques. O serviço é completo: escola de esqui, aluguel de equipamentos, terrain park -- pista de obstáculos, kids club e atividades alternativas como esqui de fundo, caminhada na neve, snowmobile e tobogãs. Os teleféricos funcionam das 9 às 17 horas durante a temporada
Mas nem só de inverno vive Bariloche. Claro que a temporada de esqui – e todo o charme que a envolve, com lareiras, fondues e chocolates quentes – é a alta estação nesta parte da Patagônia argentina, mas há muito mais o que aproveitar. A travessia dos lagos andinos, desde o Chile, é um passeio encantador em qualquer época do ano, assim como explorar o lago Nahuel Huapi com catamarãs, caiaques e barcos.
ONDE FICAR
São inúmeras as opções de hospedagem na cidade. As opções mais simples são campings de verão e chalés coletivos em casas familiares para os jovens que querem aproveitar de forma barata a temporada de esqui e snowboard. Não espere luxos, boa calefação e privacidade neste caso. As opções mais comuns vão desde hotéis simples, mas com aquecimento e restaurante próprio, a estabelecimentos contando com todo o conforto e vistas deslumbrantes. Este é o caso do emblemático Hotel Llao Llao, fora do centro. Uma outra possibilidade são o aluguel de chalés, com toda estrutura para receber famílias ou grandes grupos.
Nos meses de primavera, outono e primavera, o mais comum é se hospedar no Centro, nas imediações do Centro Cívico, para servir de trampolim para as atividades junto ao Lago Nahuel Huapi. Além disso, boa parte dos estabelecimentos da área (restaurantes, bancos, lojas) ficam abertos durante todo o ano. Já durante a temporada de esqui a preferência de muitos turistas é ficar o mais próximo possível do Cerro Catedral e assim aproveitar melhor o dia, sem perder muito tempo com transporte. Note porém que a oferta de serviços é bem mais reduzida e a mobilidade menor.


O QUE COMER
Sim, aqui você não escapa da parrillada, da empanada, do vinho malbec e dos doces de leite. Todavia, se quiser algo mais com a cara de Bariloche -- e da Patagônia, há pequenas casas que servem trutas assadas, carne de cordeiro, pratos típicos alemães (um importante grupo de colonizadores da região) e o curanto, carnes especiais assadas dentro da terra, na Colonia Suiza

As trufas do lago gelado


Então é isso. Gostou?!? Curte aqui embaixo e manda pro Facebook ou Compartilhe no Twitter!!! Rsrsrs. Obrigada!!!

sábado, 14 de março de 2015

África: Zanzibar - Ilha de Pemba

Durma debaixo D'água

Sessão: Destinos



Várias perguntas cabem neste artigo: você imagina o que é África? Conhece o Oceano Índico? Já teve vontade de mergulhar, mas não sabe nadar? E dormir embaixo d'água, então? Se você respondeu sim à alguma dessas questões, então deveria conhecer este lugar: Zanzibar - Tanzânia - África - Manta Resort.


Resumidamente, se gosta de aventura, o Manta Resort preparou para você, uma nova suíte de hotel em parte submersa, onde os hóspedes podem dormir sob o Oceano Índico sem necessariamente molhar o cabelo. Haha.



Os três andares do quarto Manta Underwater está ancorado a 250 metros ao largo da ilha de Pemba, e tem um flutuante, sala de estar de plano aberto, um terraço superior e, sob a superfície, um quarto duplo com janelas para fora no mundo subaquático. Para aqueles que não se importam com o cabelo molhado, há uma escada para que os hóspedes possam entrar e sair do mar e nadar entre ele.



Se você ficou super interessado, é bom ir direto aos preços. Os quartos são divididos em 4 tipos (veja a brochura aqui): Sea front Villa, a sala de estar com o plano aberto, 7 noites - USD 3.725, o casal; Superior Garden Room, aquela "cobertura", 7 noites - USD 2.975, o casal; Garden Room, o quarto com jardim para o mar, 7 noites - USD 2.475; Underwater Room, é o adicional de USD 1.500 por casal, caso você queira dormir a semana inteira embaixo do mar. 


Também há pacotes para 10 noites, todos promocionais para baixa temporada. A alta compreende entre 01 de julho a 28 de fevereiro. Ambos os pacotes incluem: acomodação, passagem aérea entre Zanzibar e a ilha, refeição completa, bebidas e um tratamento diário por pessoa no Spa Kipepeo.

Caro ou barato, faça as contas e veja se vale a pena. Boa viagem!!!

Fonte: Manta Resort 



terça-feira, 10 de março de 2015

Cinco opções para uma soneca confortável dentro dos aeroportos

Veja onde Dormir

Sessão: Dicas de Viagens

Tirar um cochilo em uma cama confortável costuma ser o sonho de quem tem longas conexões entre os voos.  Em diversos aeroportos ao redor do mundo, já é possível descansar através de "hotéis compactos", que oferecem desde "casulos" até pequenos quartos. Confira:

Siesta Box em Recife

Recife:


Em Recife, no Aeroporto Internacional Gilberto Freyre, acaba de ser inaugurado o Siesta Box. Formado por módulos privados de 5m², cada, com tratamento acústico, tecnologia para autoatendimento e acesso controlado por senha individual, além de sistema climatização. Conta ainda com TV em LCD 32’’, acesso a mais de 100 canais por assinatura, WiFi, sistema elétrico universal com saídas em 110v e 220v e entradas USB.

Os preços variam: R$ 49,90 por 1h, R$ 69,90 por 2h, R$ 89,90 por 3h e R$ 109,90 por 4h.



Sleepbox
Moscou:

Quartos no Sleepbox, no Aeroporto Internacional Sheremetyevo, em Moscou, na Rússia, oferecem até três camas para quem viaja em grupo. Tomadas, televisão e luzes para leitura também são serviços incluídos, além do necessário alarme para que a soneca não se transforme em pesadelo.


SnoozeCube
Dubai:


A ideia do SnoozeCube é oferecer pequenos e baratos espaços à prova de som, com acesso à televisão, wifi e uma boa cama para que os passageiros consigam descansar entre conexões ou enquanto esperam o próximo voo.

GoSleep
Finlândia:

O formato de "casulo" do GoSleep, presente em aeroportos do Oriente Médio, chegou ao Aeroporto de Helsinque, na Finlândia, que inclusive já oferece outras opções para dormir. Neste caso, no entanto, por um preço baixo, é possível se trancar dentro de uma pequena cápsula escura e aproveitar o cochilo entre conexões.

Yotel
Londres:

No Terminal 4 do Aeroporto Heathrow, em Londres, o serviço para dormir é oferecido pela empresa Yotel. Os quartos podem ser individuais ou duplos, possuem serviço de entretenimento, como televisão, e até um banheiro, onde é possível tomar uma boa ducha antes de embarcar.

Ficam aqui as 5 dicas. Se você precisar parar em uma destas "estações", busque por eles e bons sonhos!

Fonte: Boa Viagem


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Luanda Fashion Center

Roupas de Marca em Luanda

Sessão: Guia de Angola

Atualizado em Março de 2015.

Depois de Multimarcas e Morena Rosa, o Luanda Fashion Center é agora Mega Fashion Angola. Uma loja com marcas de Angelika Favoretto, Lança Perfume e Moikana.


Confira os Looks lindíssimos, para todos os gostos:



















Publicação Antiga de Abril de 2013:
Atualizado aqui

Site do Empreendimento - www.luandafashioncenter.com

Para quem quiser continuar na Moda em Luanda, há um Centro de Distribuição de Roupas de Marca onde são importadas e revendidas, com maior número para mulheres, mas também para homens, roupas e calçados de várias grifes conhecidas tais como: Forever 21, Guess, Gorgeous, entre outras, com preços acessíveis.

Uma das lojas do empreendimento

O Shopping tem um site super moderno com as informações sobre as últimas coleções, a história do Centro Comercial e até mesmo um quadro de vagas para quem quiser trabalhar com eles.

Calça da Guess
Foi inaugurado uma nova área de parqueamento (estacionamento) e, em breve, há a intenção de expandir a moda para os miúdos (crianças)

Vestido Forever 21

É mais um empreendimento, além do Belas Business Park, que deu certo.



Para conhecer, segue o endereço: Estrada do Golf 2, em frente o BFA - Telefone: 938.21.88.63.



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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Bali

Paraíso Especial

Sessão: Destinos


Plantação de Arroz

Um dos cenários do filme Comer Rezar Amar, sucesso estrelado por Julia Roberts, Bali mostra-se uma ilha da Indonésia com uma atmosfera especial. É, sim, paradisíaca, quente, viva, festiva e também um dos lugares que mais celebra o hinduísmo e o budismo, com cerca de 10000 templos espalhados em seu território. 
Ayana Resort

A vida em Bali se organiza em vilarejos, o trânsito revela-se caótico, mas aos turistas interessam os hotéis cinco-estrelas e pousadas honestas com relação custo-benefício satisfatória. De atmosfera inspiradora, a cidade de Ubud é considerada o centro cultural de Bali e costuma atrair os amantes das artes. Não faltam bons motivos para uma passagem por lá: vilas de moradores, artesanato, museus, galerias, palácios, spas, um povo muito amistoso etc. E mais – as paisagens formadas pelas plantações de arroz criam um cenário único. Em Kuta, praias, apresentações de danças típicas, festas noturnas de arrasar e um mar agitado reúnem surfistas e aqueles que buscam diversão. Nusa Dua alia resorts exclusivos e hotéis luxuosos a seu belo cenário numa área relativamente nova. Em Lovina, um dos melhores programas é assistir ao extraordinário pôr-do-sol.

Templo Hindu dedicado à Deusa Shiva

COMO CHEGAR
Não há voos diretos do Brasil para a Indonésia, mas existem várias opções: você pode ir via África do Sul, via Europa ou, se for direto para a Ásia, via Singapura ou Jacarta, de onde partem vôos para Bali. No entanto, a opção mais interessante é por Sidney, que vai diretamente a Bali sem parar na capital.

The Vira Bali Hotel

Informações Adicionais:
  •  bahasa indonésio
  •  Rupia indonésia
  •  É necessário. Informações no site da embaixada
  •  É necessário tomar vacina contra febre amarela
  • SES Avenida das Naçoes Quadra 805, Lote 20, Brasília-DF CEP 70479-900
    (61) 3443-1788

 O final da época de chuvas (março e abril) é perfeito: poucos turistas e preços inacreditáveis.










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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Índia - Jaipur

Capital do Rajastão

Sessão: Destinos

City Palace

A longa estrada que separa a capital do Rajastão de Nova Délhi reserva experiências únicas, como dividir o asfalto com carros que parecem que vão desmontar ao atingir 80 km/h, caminhões coloridos que não chegam a 60 km/h, tratores carregando fardos imensos a 20 km/h, todos desviando de dromedários, trotando felizes a 5 km/h. Todo mundo gesticulando e buzinando, com exceção feita aos camelos. Só isso já valeria a viagem.

Hawa Mahal - O Palácio dos Ventos - as mulheres da elite podiam ver o movimento das ruas sem serem notadas

Mas, ao atravessar a planície desértica e chegar à cidade rosa, tudo parece mudar de humores. Jaipur encanta pelos mercadores de rua, barulhentos e sorridentes; pelas paredes caiadas de rosa (na verdade, um ‘salmão’) e uma atmosfera alegremente caótica. Turisticamente as atrações principais da cidade talvez sejam o magnífico Forte Amber ou mesmo o palácio do marajá, mas o melhor da cidade é caminhar por sua vielas e ruas, tomando o cuidado para não ser atropelado por um auto-rickshaw ou uma bicicleta-táxi.

Jardim do Forte Amber

A cozinha local é deliciosa e pode ser provada seja em barraquinhas de rua (fique de olho nas regras de higiene) ou nos hotéis em palacetes que outrora serviram de residência para nobres e burocratas.

Informações Adicionais:
  •  Inglêshindi e outros idiomas
  •  Rúpias indianas
  •  É necessário visto. Mais informações na embaixada em Brasília ou no consulado geral de São Paulo
  •  É necessário certificado de vacinação contra febre amarela, inclusive como pré-requisito para a emissão do visto.
  • SHIS QL 08 Conjunto 08, Casa 01, Lago Sul, Brasília-DF
    (61) 3248.4006
 De Novembro a Fevereiro, o inverno da região. Entre Junho e Setembro é a época das monções, quando a cidade por receber chuvas pesadas. De Abril a Julho as temperaturas passam facilmente dos 30 graus, por conta do clima semi-árido da região.










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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Índia - Agra

Taj Mahal

Sessão: Destinos

Mausoléu Taj Mahal - construído por Shah Jahan em homenagem à sua amada esposa Mumtaz Mahal

Existe uma razão básica para milhares de turistas tomarem o rumo de Agra: o Taj Mahal. Mas, belo e fascinante, este não é o único tesouro da cidade.
A antiga capital do império mogol, que dominou boa parte do território de Índia e Paquistão entre os séculos 16 e 18, foi liderado por senhores que amavam a guerra, mas também cultivavam o gosto pelo belo. Entre seus legados na região estão três patrimônios da humanidade: o Forte Agra, a fracassada cidadela de Fatehpur Sikri e o Taj Mahal, o mausoléu que celebrava não o culto a um homem poderoso, mas o seu amor por sua esposa favorita.

Forte Agra - decorado com suas pedras coloridas incrustadas em mármore

Localizada no estado de Uttar Pradesh, Agra fica a apenas 200 km de Nova Delhi, sendo facilmente acessível por avião, trem e via rodoviária e, definitivamente, esse é o destino que não deve faltar em sua viagem à Índia. Para sua hospedagem, várias das melhores opções estão próximas do Cantonment, o antigo distrito militar dos britânicos, um bairro silencioso e não muito distante do Taj Mahal.

Cidadela de Fatehpur

Informações Adicionais:
  •  Hindiinglês e outros idiomas
  •  Rúpias indianas
  •  É necessário visto. Mais informações na embaixada em Brasília ou no consulado geral de São Paulo
  •  É necessário certificado de vacinação contra febre amarela, inclusive como pré-requisito para a emissão do visto.
  • SHIS QL 08 Conjunto 08, Casa 01, Lago Sul, Brasília-DF
    (61) 3248.4006
 Não há exatamente uma melhor época para se visitar Agra, que é seca e quente no verão, possui sua estação das monções e um inverno razoavelmente fresco.

















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